Oracle e AMD: A nova fronteira da Inteligência Artificial na nuvem

Com infraestrutura de última geração, parceria entre Oracle e AMD redefine o desempenho de cargas de trabalho em IA e acelera a adoção de modelos generativos no mercado corporativo

A transformação digital vive um novo capítulo. Em uma iniciativa que promete mudar a dinâmica das operações baseadas em inteligência artificial, Oracle e AMD anunciaram uma expansão significativa de sua parceria estratégica. O foco é claro: fornecer desempenho de elite para cargas de trabalho em IA, com escalabilidade, eficiência energética e arquitetura avançada – tudo baseado na segunda geração das instâncias Oracle Cloud Infrastructure (OCI) com processadores AMD EPYC.

O que está por trás dessa mudança não é apenas uma atualização de hardware, mas uma verdadeira evolução em como a IA generativa será hospedada, treinada e disponibilizada em larga escala.

A nova geração das instâncias OCI, conhecida como “E5”, incorpora os processadores AMD EPYC™ de 4ª geração e já nasce com uma missão: viabilizar soluções de IA generativa com altíssimo desempenho e consumo de energia otimizado. De acordo com a Oracle, essas instâncias oferecem uma combinação ideal de throughput, densidade de memória e custo-benefício, criando uma base perfeita para treinar grandes modelos de linguagem (LLMs), realizar inferências em tempo real e dar suporte a sistemas de machine learning, analytics e HPC (computação de alto desempenho).

“Os clientes estão buscando executar cargas de trabalho de IA generativa de forma mais eficiente, e a Oracle está comprometida em oferecer a infraestrutura ideal para isso”, afirmou Becky Nagel, Vice-presidente de gerenciamento de produtos OCI Compute da Oracle.

“Com a mais recente tecnologia AMD EPYC, conseguimos oferecer instâncias com excelente custo-desempenho e escalabilidade para os desafios mais exigentes de IA.”

Arquitetura voltada à eficiência e impacto ambiental

As instâncias E5 não são apenas mais poderosas: são também mais sustentáveis. O design da OCI, aliado aos processadores AMD, permite um uso mais eficiente de energia e espaço em data centers, contribuindo para metas corporativas de ESG (ambiental, social e governança).

Ao permitir que mais trabalho seja realizado por menos servidores, as empresas conseguem reduzir o consumo de energia elétrica e a necessidade de refrigeração – dois dos maiores desafios ambientais enfrentados por operações em nuvem intensivas em processamento.

Essa estratégia está alinhada a uma tendência crescente: empresas que adotam tecnologias de IA estão, ao mesmo tempo, cada vez mais conscientes da pegada de carbono associada à computação em nuvem. Reduzir esse impacto, sem comprometer desempenho, tornou-se um diferencial competitivo.

IA generativa acessível e escalável

Outro ponto forte da colaboração entre Oracle e AMD é a democratização do acesso à IA generativa. Por meio das instâncias E5 e da infraestrutura Oracle Cloud, empresas de diversos portes agora têm acesso a um ambiente preparado para construir, treinar e implementar modelos próprios de IA, ou consumir modelos pré-treinados de grandes fornecedores.

Isso abre novas oportunidades para setores como varejo, financeiro, saúde, manufatura e logística, que buscam aplicar IA para automatizar decisões, criar experiências personalizadas ou otimizar cadeias produtivas.

A estrutura também está preparada para suportar modelos de código aberto amplamente utilizados pelo mercado, como os desenvolvidos por Hugging Face, Mistral e Meta – facilitando a adoção por equipes de ciência de dados, engenharia de IA e desenvolvedores independentes.

“A parceria com a Oracle permite que os clientes maximizem a performance dos nossos processadores EPYC em seus ambientes de IA”, comentou Dan McNamara, vice-presidente sênior da AMD.

“Estamos empolgados com o que essa nova geração de infraestrutura vai permitir aos clientes Oracle – desde inovação acelerada até operações mais sustentáveis.”

Estratégia global, benefícios locais

Para além do poder computacional, a Oracle vem expandindo globalmente seus data centers, incluindo regiões dedicadas e parcerias soberanas com governos e grandes conglomerados. Isso garante que empresas possam operar com segurança, conformidade regulatória e menor latência – fatores cruciais para IA em produção.

O modelo de arquitetura distribuída da OCI também facilita a replicação de ambientes, permitindo maior resiliência e disponibilidade de aplicações baseadas em IA.

Com a chegada das instâncias E5, o ecossistema OCI se consolida como um dos mais completos do mundo para quem deseja explorar IA de maneira prática e acessível, sem abrir mão de performance e confiabilidade.

fonte: InforChannel

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