A Microsoft se tornou uma força imprescindível para empresas que adotam métodos de trabalho flexíveis, graças à sua variedade de produtos como o Outlook e Teams. Isso permitiu que a gigante do software mantivesse e atraísse clientes, mesmo em meio a uma desaceleração econômica que afetou os investimentos empresariais.
O setor de computação em nuvem Azure da Microsoft apresentou um aumento de 35% no trimestre encerrado em 30 de setembro. No entanto, ficou aquém do objetivo de 36,5% estabelecido pelos analistas consultados pela Visible Alpha, devido à valorização do dólar. Desconsiderando as variáveis cambiais, o setor cresceu 42%.
A receita da divisão "Intelligent Cloud" da Microsoft, mais ampla, aumentou 20%, totalizando 20,33 bilhões de dólares no último trimestre. Isso está quase alinhado com as previsões dos analistas de 20,37 bilhões, de acordo com dados da Refinitiv.
Por outro lado, a receita obtida com as instalações OEM do Windows caiu 15%, pois as vendas de computadores diminuíram em comparação com os recordes estabelecidos durante a pandemia e face à crescente inflação.
O faturamento da Microsoft no trimestre foi de 50,12 bilhões de dólares, acima dos 45,32 bilhões do mesmo período do ano anterior. A média das previsões dos analistas era de 49,61 bilhões, conforme dados da Refinitiv.
No entanto, o lucro líquido reduziu para 17,56 bilhões de dólares, ou 2,35 dólares por ação, em comparação com 20,51 bilhões, ou 2,71 por ação, no mesmo período do ano anterior.
Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/