A era da transformação digital deu um novo salto. A inteligência artificial, que até pouco tempo era vista como um recurso complementar, está assumindo o protagonismo dentro das organizações. Um exemplo desse avanço pode ser observado na atuação da Carol, IA desenvolvida pela TOTVS, que se consolida como uma verdadeira aliada da gestão estratégica ao atuar como interface inteligente entre dados, sistemas e decisões.
“A Carol é a forma de democratizar a inteligência artificial dentro das empresas brasileiras”, afirma Laércio Cosentino, presidente do conselho da TOTVS. Essa democratização ocorre de maneira prática e profunda: a IA se integra aos ERPs da empresa, analisando grandes volumes de dados para antecipar riscos, sugerir ações e oferecer respostas que vão muito além da automação – elas oferecem inteligência.
O papel dessa IA evolui de assistente para copiloto de negócios. Mais do que responder comandos, a Carol antecipa necessidades. No setor financeiro, por exemplo, ela detecta padrões de inadimplência antes mesmo da confirmação de um pedido. No varejo, orienta estratégias com base em comportamentos de consumo. E na indústria, reconhece desvios em processos produtivos, apontando soluções em tempo real.
Tudo isso ocorre com base em aprendizado contínuo. A Carol utiliza modelos estatísticos e comportamentais para ajustar sua performance conforme interage com os dados de cada cliente. Trata-se de uma IA adaptável, que enxerga além da superfície e transforma qualquer gestor em um tomador de decisão com suporte preditivo de ponta.
Segundo a TOTVS, a IA está presente em mais de 40 funcionalidades nos produtos da empresa, sendo usada ativamente por cerca de 30 mil empresas no Brasil. “É como se cada empresa passasse a ter um cientista de dados à disposição 24 horas por dia”, reforça Cosentino.
Mais do que uma tendência, esse movimento representa uma mudança na lógica de operação. A inteligência artificial deixa de ser uma ferramenta e passa a ser parte integrante da governança empresarial. Os dados, antes dispersos em planilhas e sistemas isolados, agora se traduzem em ações práticas e orientadas por contexto, em tempo real.
A adoção de soluções como a Carol prova que a inovação não é mais um diferencial competitivo — é uma necessidade de sobrevivência. Empresas que enxergam a IA como parceira de negócio, e não como suporte técnico, estão assumindo a dianteira na corrida por eficiência, previsibilidade e impacto sustentável.
fonte: TI Inside
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