A década que se aproxima promete ser marcada por tecnologias e estratégias disruptivas no campo da Tecnologia da Informação (TI). O que antes era considerado ficção, como o Machine Learning e o Processamento de Linguagem Neural, agora está se tornando cada vez mais comum no cenário das transformações digitais e dos negócios. Com base nessa tendência, preparei uma série de postagens que irão explorar nove inovações que moldarão o futuro da TI. Esta é a primeira delas, onde discutiremos o conceito de Código Composível.
O Código Composível é uma abordagem simples para a integração de softwares, anteriormente conhecida como agentes de software ou ecologia de APIs. Atualmente, compreende-se que partes de um software podem ser facilmente encaixadas em outro código, mesmo que tenham sido criadas por profissionais diferentes, ao longo de uma linha de produção. Essa estratégia é particularmente benéfica para empresas que buscam maior eficiência, pois, por meio de uma cuidadosa seleção de APIs e bibliotecas intercambiáveis, suas equipes podem ter acesso a uma infinidade de soluções. Ao adotar a abordagem Composível, as bases de código tendem a ser mais simples de manter e expandir. Quando bem executada, essa estratégia adiciona recursos e torna o processo mais dinâmico, desde que os recursos disponíveis sejam compatíveis com a base de código existente. Embora a estratégia de Código Composível ainda esteja em estágio inicial, é uma tendência que está ganhando cada vez mais relevância no âmbito empresarial.